segunda-feira, 29 de junho de 2009

Golpe nas Honduras e a Reacção Internacional


Felizmente parece haver consenso na crítica ao golpe dos militares. Da Venezuela aos EUA, passando pela UE, parece haver total acordo. É de saudar tão alargado consenso até ao momento. Sobretudo tendo em conta que Zelaya é uma figura nada consensual, sendo grande a tentação de muitos sectores aplaudirem o seu afastamento.

6 comentários:

  1. O facto do Presidente ter sido afastado do cargo de maneira tão pouco "ortodoxa" terá comprometido irremediavelmente a legitimidade de aqueles que se opuseram às pretensões do Presidente na defesa da institucionalidade democrática das Honduras

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  2. Pois, mas o que sucede é que nalgumas reportagens televisivas ouvimos apenas declarações dos golpistas e ainda ninguém pintou o Twitter de verde.

    Dois pesos?

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  3. Os EUA estão por trás disso

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  4. Tiago, convenhamos que em situações deste calibre não é, nem seria, espectável que não ocorressem excesso e ilegalidades num processo que começou logo inquinado à partida.

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  5. Processo inquinado à partida?

    Ah! Não diga que eu já sei: é pelo facto de o Presidente ser de esquerda e querer fazer eleições para uma Assembleia constituinte para mudar a Constituição, não é?

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  6. Ah! Não diga que eu já sei: é pelo facto de o Presidente ser de esquerda e querer fazer eleições para uma Assembleia constituinte para mudar a Constituição, não é?

    Inquinado à partida, desde o momento em que o Presidente é ilegalmente detido e retirado do país, não tem nada a ver com o facto de ser de esquerda. O presidente queria fazer algo considerado inconstitucional pelos tribunais à força. Nem o Congresso nem as forças armadas lhe fizeram o frete (ao contrário da Venezuela, infelizmente).

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