Não acho que devam existir grandes fundamentalismos nos regimes de incompatibilidades após o exercício de funções públicas. Mas este caso do ex-assessor do Governo que saltou para a empresa pública que gere o sistema de portagens nas auto-estradas e que depois voltou a saltar para a empresa que vende os chips para as SCUTS é apenas um exemplo do muito que há a fazer neste domínio. Não só em termos de regulamentação, mas também a nível de reprovação pública deste tipo de comportamentos. É que já ninguém pode com tanto porreirismo.(Imagem: The Ingenesist Project)
Na minha modéstia opinião, não se tratatrá de porreirismo mas sim, total falta de vergonha!
ResponderEliminarE quem paga tal? São sempre os mesmos, nós,ó povinho, impotente contra tantos roubos!
Caro João Ricardo,
ResponderEliminarFiz link deste e de outro post :)
Obrigado.
Abraço.
Porreirismo, é uma nova designação para a sem-vergonhice dos tachos, atrás de tachos, sempre para os boys.
ResponderEliminarO porreirismo deve dar lugar o porretismo (utilização do porrete).
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