Lopes da Mota renunciou finalmente ao cargo no Eurojust depois de ser praticamente certo que exerceu de facto pressões sobre os magistrados do caso Freeport. E é bom que tal tenha acontecido, que se consiga fazer alguma justiça nestes casos e que sirva de exemplo.Mas, vá-se lá saber porquê, parece que fica sempre no ar a sensação de que a sua pena de suspensão das funções de magistrado durante 30 dias é algo para inglês ver. Uma punição que apenas aconteceu porque não havia escapatória e porque era preciso sacrificar alguém para conter um pouco a ideia de impunidade que começa a ganhar dimensões perigosas na opinião pública.
Mas se calhar amanhã, quando tudo estiver um pouco mais calmo, tudo poderá voltar à normalidade, tudo poderá voltar ao business as usual...
(Imagem: Horta do Zorate)








Cavaco regozija-se com a candidatura de Constâncio à vice-presidência do BCE







Passear na movimentada zona da 34th Street em Nova Iorque tornou-se uma experiência política muito estranha. Vemos milhares de pessoas com