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Não existiram grandes novidades no recurso à web para fazer campanha. Relativamente aos sites das candidaturas, regra geral têm bons grafismos e dispõem de grande informação. Alguns candidatos apostaram mais nos seus sites do que outros e as diferenças encontram-se nos detalhes. À semelhança do que já acontece com o site da Presidência da República, o
site da candidatura de Cavaco Silva é forte. Até possui uma aplicação para descarregar e poder acompanhar a campanha via smarth phone. Há que tirar o chapéu.
Mas em alguns aspectos, a campanha até foi um pouco pobre relativamente ao que já assistimos em Portugal. Os candidatos estiveram em massa nas redes sociais (e.g. Twitter, Facebook, You Tube), mas apostou-se pouco em interactividade. Estar lá é fácil, interagir é que é mais complicado. Não existiram conferências de blogues, por exemplo, e que eu saiba os blogues de apoio às candidaturas não assumiram a projecção que anteriormente se viu. Em suma, parece que até na web esta campanha ficou aquém…
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