Ser o melhor do mundo, pela terceira vez, no desporto mais competitivo e adorado do planeta é um feito galático. Sobretudo numa época em que o futebol passou a ser de facto global, apreciado não apenas na Europa, África e América Latina, mas também no Médio Oriente, na Ásia ou na América do Norte. Basta pensar nos milhões que em todo mundo jogam, consomem e vibram com o futebol, para se perceber que o que ontem aconteceu não foi um pormenor para o país. Ronaldo é de facto galático, conseguindo hoje projetar Portugal onde nenhum outro Português consegue.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
domingo, 11 de janeiro de 2015
Os "Special Ones" do Ministério das Finanças
sábado, 10 de janeiro de 2015
Je suis Batata Doce
Merci Charlie
Avançar
Como o post anterior demonstra, estou a contribuir para um novo projeto. Surpresa para alguns, previsível para outros, encontro nesta aventura muitos com quem já trabalhei em ativismos vários, assim como muitos outros que apenas agora começo a conheçer.
Contribuir para um novo projeto político é sempre um acto bastante arriscado. Sobretudo quando andamos nestas andanças há já alguns anos. Conhecemos muitas vicissitudes, já embarcámos em muitas aventuras, já vimos muita coisa.
De qualquer modo, mesmo tendo presente os riscos elevados e as probabilidades limitadas de sucesso, decido avançar porque acho que vale a pena arriscar. Porque não suporto a ideia de ficar parado sem intervir. Porque, se quero a mudança, tenho de fazer algo por ela. Tenho de arregaçar as mangas e ajudar a construí-la. No fundo, uma abordagem que tem tanto de romântica, como de pragmática.
Não será fácil, poderá não resultar... Mas estarei lá a dar o meu contributo, a fazer o meu melhor. Com a responsabilidade de estar a construir algo novo. Onde a experiência contará tanto como a capacidade de pensar de novo, de olhar de maneira diferente, de agir de forma inovadora.
Subscrevi a convocatória para a Convenção Cidadã de 31 de Janeiro porque acredito profundamente no Estado Social, porque sei que um modelo alternativo à austeridade é possível, porque tenho a certeza que a democracia constroi-se com ambição, tentando sempre chegar onde ainda ontem parecia impossível. Subcrevi a convocatória porque a Esquerda não pode parar de procurar denominadores comuns. É tempo de avançar.
Tempo de Avançar, na Região e no País
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Em jeito de balanço
Quanto custam as Low Cost
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Amigos Disto Tudo
“Eu compreendo que o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa tenha muita mágoa em não poder continuar a passar as suas habituais e luxuosas férias de fim de ano na mansão à beira-mar no Brasil do Dr. Ricardo Salgado, mas essa mágoa não o autoriza a dizer mentiras a meu respeito e do banco a que presido”. Zangam-se as comadres, sabem-se as verdades. As acusações acima, feitas há uma semana, são de José Maria Ricciardi, chateado pelo comentador televisivo ter sido parcial na análise ao caso BES. Marcelo respondeu incomodado dizendo que era ele que pagava as suas viagens e pagava “rotativamente as refeições” (?!). Enfim… Dispensávamos os pormenores. Ficámos a saber que Marcelo é bastante próximo de Ricardo Salgado. Nada que nos espante, mas que se calhar importa ter em conta quando ouvimos as suas análises sobre o caso BES.
Outros episódios com contornos semelhantes têm surgido nestes semanas de intenso aparato mediático-judicial. Algumas ligações empresariais de Marques Mendes têm vindo ao de cima. Acusações sobre ligações a Ricciardi nos domínios do imobiliário, assim como proximidades ao ex-presidente do IRN, agora detido, António Figueiredo. O comentador televisivo já veio desmentir quaisquer ilegalidades. Ficámos, no entanto, a saber com quem se dá o tão elogiado e isento comentador político.
E situações como estas multiplicam-se, seja no caso BES, no caso Vistos Gold, nos casos que envolvem Sócrates, nos Submarinos ou em todos os grandes casos de corrupção com que fomos sendo brindados nos últimos anos. Vamos sabendo aos poucos quem se dá com quem neste mundo sujinho dos negócios e da política. Exemplos não faltam. Aliás, quando queremos perceber bem em que ponto Portugal está, basta recordar as ligações com benefício financeiro que continuam por esclarecer entre o atual Presidente da República e os seus amigos criminosos do BPN.
Num país pequeno como o nosso, as elites políticas estão demasiado próximas das elites económicas. Cruzam-se em círculos diversos, são grandes amigas e trocam frequentemente de papéis. Não admira portanto que tenhamos tão frequentemente políticos que se transformam em gestores de sucesso e vice-versa. O mundo dos negócios e o mundo da política cruzam-se com uma excessiva facilidade.
E, como se tal não bastasse, é interessante a aliança destes dois mundos consegue reflectir-se também na comunicação social. Os grandes comentadores possuem também ligações um estranhas ao mundo político-económico, influenciando naturalmente a forma como percepcionamos o que se está a passar. Os Marcelos, os Marques Mendes, os Vitorinos, os Sarmentos, os Sócrates, os Santanas Lopes, os Jorges Coelhos, entre muitos outros, movem-se bem entre os referidos mundos e sabem demasiado bem o que por lá se passa. Não deixa, por isso, de ser caricata a forma como se mostram surpreendidos sempre que um destes grandes escândalos de corrupção acontece.
Todos aprendemos recentemente o que queria dizer a expressão “DDT”. Quando Ricardo Salgado, caiu em desgraça, todos ficámos a saber o que a expressão queria dizer. Mas, para além dos Donos Disto Tudo, se calhar era bom estarmos um pouco mais atentos e perceber quem são “Amigos Disto Tudo”. No fundo, aqueles que, não sendo donos, alimentam e alimentam-se deste sistema algo podre. Aqueles que circulam nos grandes corredores dos negócios e da política, sempre muito bem informados de tudo, excepto quando a coisa dá para o torto. Aí, ficam sempre surpreendidos e até são os primeiros a criticar duramente o sucedido
Bem sei que não precisamos no momento presente de caças às bruxas, procurando descobrir e incriminar quem são os amigos dos corruptos caídos em desgraça. Certo… Mas convém também mostrarmos que o povo não é parvo. O país está cansado destas elites que o governam, assim como dos amigalhaços que as suportam e sustentam.
Artigo hoje publicado no Açoriano Oriental
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Oxalá
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Prisão de Sócrates é um Caso Político
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
O Telmo, a Greve e o Horror
Ouvi hoje o Telmo Correia a expor na SIC Notícias de forma muito clara "o que o afasta" da greve da TAP. Sim, porque ele até concorda com as greves. Não acha que devam ser proibidas nem nada do género. Mas acha que esta greve da TAP é "IN-DE-CEN-TE!" por duas razões:
- É um greve política... Que horror - Ou seja, esta greve não visa salvaguardar o direito a) ou o direito b) dos trabalhadores, mas pretende sim demonstrar uma posição política. Um horror, portanto. Quem são estes tais de "trabalhadores" para andarem aqui a expressar posições políticas sobre o futuro da sua empresa, hein? Julgam que isto é uma democracia ou quê? Até porque questões políticas não estão minimamente relacionadas com os direitos a) ou b) dos trabalhadores, nadinha... Uma coisa é a política, outra coisa são os direitos, ok?
- É uma greve que vai prejudicar muito as pessoas... Que horror - Ou seja, esta greve é má porque vai ter impactos negativos no turismo, e vai prejudicar gravemente os cidadãos que visitam as suas famílias nesta época de Natal... No fundo, fazer greve não é crime, mas convém não exagerar nos incómodos causados. Greves sim, mas com calma e com jeitinho para não chatear ou incomodar ninguém. O bom mesmo era fazer greves entre a 1h e as 5h da manhã. E, de preferência, durante a época baixa.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Sobre a Greve da TAP
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Até já, Camaradas
Porque decidimos sair do Bloco de Esquerda
Subscrevem:
Alexandre Abaladas
Gonçalo Grade Monteiro
Gustavo Toshiaki
João Ricardo Vasconcelos
João Rodrigues
Joana Batista
Luís Martins Pote
Margarida Santos
Mariana Maia Nogueira
Mário Olivares
Miguel Sacramento
Nuno Teles
Rita Cruz
Rita Namorado
Sofia Crisóstomo
Vítor Sarmento












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