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É sabido que o relacionamento entre Cavaco Silva e Passos Coelho nunca foi famoso. E mais recentemente não faltaram pequenos episódios de desencontros e incómodos mútuos. Basta para isso recordar a questão da proposta de revisão constitucional do PSD. Mas o braço-de-ferro que Passos Coelho tem despoletado com o PS a propósito da aprovação do orçamento de Estado acaba por ser um dos melhores presentes que o novo líder do PSD poderia oferecer a Cavaco.
Subitamente,
o actual PR assume o papel de árbitro conciliador, convocando os partidos para acalmar os ânimos. Tudo em nome da estabilidade política e consequentemente económica. Haverá coisa que o eleitorado mais aprecia num PR do que este papel paternalista? Tenho dúvidas. Cavaco fica a dever no mínimo um almoço a Passos.
1 comentário:
Por norma discordamos devido à diferença ideológica, mas neste caso, plenamente de acordo...
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